Ontem, foi aniversário da cidade de São Paulo e eu, como paulistano, me dei um presente: fui conhecer (Pasmem! Eu não o conhecia!) o Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz.
O Museu, graças a Deus, não precisa de mais incentivo ou propaganda. Ele é um sucesso absoluto de público, desde que foi criado. Quase concluí que somente gente “tonta” não foi ainda conhecer esse espaço consagrado ao bem imaterial mais valioso de todos: a língua que falamos.
Inicialmente, eu e minha amiga fomos até lá para ver a Mostra Fernando Pessoa: plural como o universo, pois ela estava programada para terminar no final de janeiro. Hoje, soube por meio do site do Museu que, atendendo a pedidos, o prazo para o término dessa Mostra foi prorrogado: Fernando Pessoa: plural como o universo continuará no Museu até o dia 22 de fevereiro.
A apresentação dessa Mostra segue o padrão das homenagens que o museu presta aos grandes escritores da Língua Portuguesa, desde que foi criado. Assim sendo, foi elaborada, no primeiro andar, toda uma atmosfera para exibir a obra do bardo português. As paredes são tomadas com trechos de seus poemas, há uma ambientação dos espaços que o poeta frequentava, como cafés, há ainda maquetes etc. Os recursos de multimídia característicos do Museu dão aquele toque de futurismo e que combina com a sensação de modernidade de sua obra e que, é claro, o poeta sempre testemunhou em seus escritos. Você poderá, por exemplo, folhear seus manuscritos, registrados digitalmente, apenas elevando no ar e movimentando com delicadeza sua mão, enquanto na imensa tela, logo abaixo, as páginas de um livro se abrem. Além disso, há inúmeros exemplares de publicação da obra do poeta em diversos momentos e edições, e ainda um poema que se escreve na areia, também com o recurso da digitalização em projeção.
Para além dessa Mostra, a visita ao Museu foi particularmente fascinante para mim, por que há uma apresentação acerca da nossa língua projetada em uma tela imensa, no terceiro andar, e que é emocionante: trata-se de um documentário, narrado por Fernanda Montenegro, que faz uma verdadeira apologia da Língua Portuguesa e que, sendo merecida, não há como não encantar o público.
Além disso, somos convidados para adentrar no espaço contíguo, quando a tela se levanta e, enquanto vemos projeções ilustrativas no teto, chão ou paredes, ouvimos trechos de obras da literatura em língua portuguesa e do cancioneiro popular brasileiro, rescitados por personalidades do universo da cultura brasileira. É uma delicia reconhecer, por exemplo, a voz de Maria Bethânia, José Miguel Wisnik, Chico Buarque, dentre muitos outros.
Anotei, mesmo no escuro, um trecho de um poema rescitado por Bethânia que dizia:
Qualquer amor já é um pouquinho de Saúde, um descanso para a loucura.
Aproveitando esse mote, só posso, por fim, deixar aqui uma singela questão. Quer fazer um bem para si ou para os seus queridos: filhos, sobrinhos, afilhados, netos, namorado(a), pai, mãe, amigos, enfim, a qualquer um e que mereça a demonstração desse amor? Leve-os ao Museu da Língua Portuguesa.
O Museu, graças a Deus, não precisa de mais incentivo ou propaganda. Ele é um sucesso absoluto de público, desde que foi criado. Quase concluí que somente gente “tonta” não foi ainda conhecer esse espaço consagrado ao bem imaterial mais valioso de todos: a língua que falamos.
Inicialmente, eu e minha amiga fomos até lá para ver a Mostra Fernando Pessoa: plural como o universo, pois ela estava programada para terminar no final de janeiro. Hoje, soube por meio do site do Museu que, atendendo a pedidos, o prazo para o término dessa Mostra foi prorrogado: Fernando Pessoa: plural como o universo continuará no Museu até o dia 22 de fevereiro.
A apresentação dessa Mostra segue o padrão das homenagens que o museu presta aos grandes escritores da Língua Portuguesa, desde que foi criado. Assim sendo, foi elaborada, no primeiro andar, toda uma atmosfera para exibir a obra do bardo português. As paredes são tomadas com trechos de seus poemas, há uma ambientação dos espaços que o poeta frequentava, como cafés, há ainda maquetes etc. Os recursos de multimídia característicos do Museu dão aquele toque de futurismo e que combina com a sensação de modernidade de sua obra e que, é claro, o poeta sempre testemunhou em seus escritos. Você poderá, por exemplo, folhear seus manuscritos, registrados digitalmente, apenas elevando no ar e movimentando com delicadeza sua mão, enquanto na imensa tela, logo abaixo, as páginas de um livro se abrem. Além disso, há inúmeros exemplares de publicação da obra do poeta em diversos momentos e edições, e ainda um poema que se escreve na areia, também com o recurso da digitalização em projeção.
Para além dessa Mostra, a visita ao Museu foi particularmente fascinante para mim, por que há uma apresentação acerca da nossa língua projetada em uma tela imensa, no terceiro andar, e que é emocionante: trata-se de um documentário, narrado por Fernanda Montenegro, que faz uma verdadeira apologia da Língua Portuguesa e que, sendo merecida, não há como não encantar o público.
Além disso, somos convidados para adentrar no espaço contíguo, quando a tela se levanta e, enquanto vemos projeções ilustrativas no teto, chão ou paredes, ouvimos trechos de obras da literatura em língua portuguesa e do cancioneiro popular brasileiro, rescitados por personalidades do universo da cultura brasileira. É uma delicia reconhecer, por exemplo, a voz de Maria Bethânia, José Miguel Wisnik, Chico Buarque, dentre muitos outros.
Anotei, mesmo no escuro, um trecho de um poema rescitado por Bethânia que dizia:
Qualquer amor já é um pouquinho de Saúde, um descanso para a loucura.
Aproveitando esse mote, só posso, por fim, deixar aqui uma singela questão. Quer fazer um bem para si ou para os seus queridos: filhos, sobrinhos, afilhados, netos, namorado(a), pai, mãe, amigos, enfim, a qualquer um e que mereça a demonstração desse amor? Leve-os ao Museu da Língua Portuguesa.



