Desde quarta-feira não atualizo meu blog. Fico tão triste quando isso acontece! Mas o que fazer? Tomei chuva na quinta-feira e desde sexta passada estou amargando um resfriado desagradável que retirou minhas forças. Como esse blog só se alimenta de coisas boas que me acontecem, não pude trazer nada para compartilhar. :-(
Uma coisa linda, no entanto, que me aconteceu, foi que um amigo, o blogueiro Enric, de Benicarló (Catalunha), do blog Bosphorus 2, apresentou-me uma fadista magnífica. Não é todo dia que somos apresentados a uma fadista, convenhamos. Assim sendo, penso que é fundamental compartilhar esse conhecimento.
Procurando no Youtube algo dela que eu pudesse trazer para cá, encontrei o registro de um encontro que deve ter sido mais do que memorável, a fadista portuguesa (vejam, uma redundância) e o divino brasileiro Ney Matogrosso cantando juntos! É uma pena que a pessoa que postou o registro não o tivesse filmado. São tão somente imagens intercaladas do encontro (para quem conhece a cada um, separadamente, já dá para imaginar o que deve ter sido esse espetáculo).
O problema é que como algumas pessoas do Youtube tem o hábito de fazer, o registro traz umas imagens outras... Penso que isso se deve ao fato de que há pessoas para as quais as metáforas de uma canção precisam ser concretizadas. rsrsrs Assim, vocês também verão lábios, mel, abelha e flor, o planeta azul, etc. Coisas absolutamente dispensáveis, na minha opinião. Perdão “requeijão” [é como se chama a pessoa que postou o clip], eu acho que são imagens de gosto duvidoso, mas agradeço pela iniciativa, of course. De qualquer modo, está valendo, fiquemos, então, com a canção e com as imagens dos intérpretes, o que já está de bom tamanho. Enjoy it!
Meu amor quando me beija
Vejo o mundo revirar
Vejo o céu aqui na terra
E a terra no ar.
Os seus lábios tem o mel
Que a abelha tira da flor
E eu sou pobre, pobre, pobre
Mas é meu o seu amor.
Quem tem amor peça a Deus
Pro seu bem lhe amar de verdade
Para mais tarde não ter desengano
E chorar de saudade.
Quem foi na vida que teve um amor
E esse amor sem razão o deixou
Que até hoje não guarde no peito
a marca da dor?
Meu amor quando me beija
Vejo o mundo revirar.
Vejo o céu aqui na terra
E a terra no ar.
Os seus lábios tem o mel
Que a abelha tira da flor
E eu sou pobre, pobre, pobre
Mas é meu o seu amor.
Quem tem amor peça a Deus
Pro seu bem o amar de verdade
Para mais tarde não ter desengano
E chorar de saudade.
Quem foi na vida que teve um amor
E esse amor sem razão lhe deixou
Que até hoje não guarde no peito
a marca da dor?