Outro dia eu falei aqui Save the Whales. Divulgando a campanha contra o horror de quererem voltar a legalizar a caça comercial às baleias pela primeira vez em uma geração.Uma amiga, ao fazer um comentário na postagem, deixou-me um link para eu ver uma campanha publicitária que tem a baleia como principal personagem, juntamente com uma orquestra de jovens músicos. Beautiful, beautiful, beautiful! Como às vezes acontece, mesmo que raramente, uma peça publicitária pode ser de uma delicadeza sem igual e é o caso dessa, ou seja, não tem como você não chorar de emoção.
Quando eu falava outro dia da exposição Drop Shots e da importância de elaborarmos cada vez mais e melhor nossa relação com a água, um amigo, também em comentário, recomendou-me ir ver a instalação oceano invadido, na Caixa Cultural da Praça da Sé. Eu fui.
Qual não foi minha surpresa ao adentrar no vão octogonal do mezanino da Caixa Cultural: deparei-me com uma enorme baleia Jubarte, flutuando no centro desse espaço. A estrutura da baleia é toda feita em arame e recoberta com retalhos plásticos. Também as anêmonas, distribuídas no chão e sob as quais podemos sentar, sugerem esse sofrimento que é, para os seres marinhos, conviver com todo o lixo que os humanos lançam nos oceanos.
O grande problema é o plástico! Tal produto, que possui características como durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração, causa um impacto imenso em todos os oceanos do planeta, uma vez que pode não desintegrar-se por inúmeras gerações. Aliás, segundo o Programa Ambiental da ONU, existem 46.000 fragmentos de plástico para cada 2,5 km², isso faz com que ele seja responsável por 70% da poluição marinha por resíduos sólidos. As vítimas dessa verdadeira hecatombe são as diversas espécies de vida animal, entre répteis, pássaros, mamíferos e peixes.
Para mim, a pièce de resistance da instalação é a projeção de um vídeo sobre uma grande esfera instalada no chão, à esquerda de quem entra e que, muito singela e didaticamente, mostra o ciclo percorrido por uma sacolinha de plástico (essas de supermercado), desde o momento que é levada pelo vento até a boca de um bueiro em direção ao seu destino final. É uma verdadeira lição e como disse o meu amigo é preciso ver para que tomemos alguma iniciativa no movimento contrário a esse estado de coisas.
Eu fiquei com vontade de chorar e pensei: My Gosh, será que existe quem ainda não tenha entendido a necessidade de se utilizar uma eco bag ?
É pouco eu sei, mas pelo menos isso. Vamos parar com a irresponsabilidade de jogar plástico nas ruas, no bueiros. Tudo isso vai ter como destino final o mar e resultar na extinção de seres que nem mesmo chegamos a conhecer. Triste assim!
oceano invadido
instalação imersiva do estúdio bijari
criação e produção:
estúdio bijari - http://www.bijari.com.br/
Período: de 17 de julho a 29 de agosto de 2010
horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Galeria Octogonal - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
entrada franca
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terça-feira, 27 de julho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Save the Whales
Quando eu era adolescente eu tinha uma T-shirt com a seguinte frase escrita em letras gigantescas: Save the Whales. Era a década de 80 e a preocupação com as baleias era uma realidade inexorável: elas estavam próximas da extinção. Já faz algumas semanas que recebi um e-mail do pessoal da Avaaz,org contando algo muito grave, que a conquista da proibição à caça às baleias está correndo sérios riscos.
Estão querendo voltar a permitir a caça às baleias ! ;-p
Eu assinei a petição urgente da Avaaz.org pela proteção das baleias.
Para entender o que acontece Leia mais abaixo e participe:
Assine a petição
Caros amigos,
Agora mesmo a Comissão Baleeira Internacional (IWC) está se reunindo no Marrocos para a votação final que poderá legalizar a caça comercial às baleias pela primeira vez em uma geração.
O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?
Mais de 1 milhão de pessoas já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1,5 milhão! A equipe da Avaaz já está no Marrocos colocando outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem: que o mundo não aceitará um massacre de baleias.
Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram a todos nós que assinamos.
Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.
Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global, na década de 80, que conseguiu banir a pesca comercial de baleias, que nós agora estamos tentando proteger. O acesso à reunião foi limitado, portanto, esta poderosa petição é a nossa chance vital para canalizar a pressão pública nas 72 horas finais da votação.
Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isso é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.
Com esperança,
Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz
Estão querendo voltar a permitir a caça às baleias ! ;-p
Eu assinei a petição urgente da Avaaz.org pela proteção das baleias.
Para entender o que acontece Leia mais abaixo e participe:
Assine a petição
Caros amigos,
Agora mesmo a Comissão Baleeira Internacional (IWC) está se reunindo no Marrocos para a votação final que poderá legalizar a caça comercial às baleias pela primeira vez em uma geração.
O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?
Mais de 1 milhão de pessoas já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1,5 milhão! A equipe da Avaaz já está no Marrocos colocando outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem: que o mundo não aceitará um massacre de baleias.
Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram a todos nós que assinamos.
Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.
Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global, na década de 80, que conseguiu banir a pesca comercial de baleias, que nós agora estamos tentando proteger. O acesso à reunião foi limitado, portanto, esta poderosa petição é a nossa chance vital para canalizar a pressão pública nas 72 horas finais da votação.
Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isso é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.
Com esperança,
Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz
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