Apenas o fato de saber que Lena Wolff é de São Francisco, na Califórnia, esse lugar muito simpático dos EUA, já me alegra. Para além dessa alegria, o seu trabalho também me conforta: eu ficaria horas em uma galeria em que esses quadros estivessem nas paredes.
Achei as imagens muito oníricas, como quando a gente está em um sonho e não tem medo dos animais ou das flores por mais estranhos que eles pareçam... Há aí qualquer coisa de observação da natureza por um outro prisma: o de uma pureza que você só encontra em seres espiritualizados e muito conectados com a força que há nas plantas e nos animais, que compreendem o inexplicável da crueza do ser natural, bem como o mesmo inexplicável da beleza em se ser assim mesmo.
Algo que me chamou a atenção foi esse seu pontilhismo que poderia se comunicar com o que acontece na arte aborígine da Austrália, mas que deve ter sua origem na arte indígena norte-americana. Penso também que o tipo de reflexão que esse trabalho sugere é muito necessário a esse nosso planeta: uma vez que se trata da força da expressão reveladora do desejo de se estar em paz, sendo o que se é.
Achei as imagens muito oníricas, como quando a gente está em um sonho e não tem medo dos animais ou das flores por mais estranhos que eles pareçam... Há aí qualquer coisa de observação da natureza por um outro prisma: o de uma pureza que você só encontra em seres espiritualizados e muito conectados com a força que há nas plantas e nos animais, que compreendem o inexplicável da crueza do ser natural, bem como o mesmo inexplicável da beleza em se ser assim mesmo.
Algo que me chamou a atenção foi esse seu pontilhismo que poderia se comunicar com o que acontece na arte aborígine da Austrália, mas que deve ter sua origem na arte indígena norte-americana. Penso também que o tipo de reflexão que esse trabalho sugere é muito necessário a esse nosso planeta: uma vez que se trata da força da expressão reveladora do desejo de se estar em paz, sendo o que se é.






